Quarta-feira, 8 de Julho de 2009
Segunda-feira, 6 de Julho de 2009
Obrigada...
A todos os que sempre acreditaram que a minha nuvem iria voar noutros céus,
A todos os que me lêem e vão deixando as suas palavras de incentivo aqui,
A todos os que aqui vêm em segredo, sem se fazerem notar,
A todos os que estiveram presentes nos eventos de lançamento do meu livro
E a todos os que não puderam lá estar,
A todos os que participaram na realização desses mesmos eventos, oferecendo-lhes os seus dons... Ao Pedro Lopes, que foi sempre fantástico e incansável, à sua banda 575, à Ângela Cintra, cuja voz velada de fado me encheu de emoção, ao Miguel Amaral da guitarra portuguesa, ao André Teixeira da viola, à Olga que declamou com a sua voz doce alguns dos meus poemas...
Obrigada aos meus pais, por tudo.
Obrigada ao meu irmão lindo, por ter partilhado este livro comigo, por ter lido na perfeição um dos meus poemas, fazendo-me chorar, e por estar sempre ao meu lado (ou um bocadinho acima, que ele é alto :) hehehe)
Obrigada à Donagata, pelo carinho, pela amizade e dedicação, e por ter emprestado a sua incomparável voz aos meus poemas, dando-lhes vida.
Obrigada a todos os meus amigos, de todo o coração.
Um obrigada muito apertadinho e especial à Ana... ela sabe porquê :)
Um imenso obrigada ao Carlos Lopes e à edita-Me, por terem entrado no meu sonho para o tornarem real. Ao Carlos ainda, e em especial, por todo o empenho e dedicação na organização e realização dos eventos que foram um sucesso, por partilhar comigo as palavras mais sentidas, por lhes ter dado a sua voz e coração.

O meu livro está à venda na livraria Poetria, no Porto (em frente ao Teatro Carlos Alberto), no Clube Literário do Porto, e online, no site da minha editora, cujo link encontrarão sempre aqui ao lado.
E que as palavras e os sentimentos continuem a brotar-me dos dedos, para que eu possa partilhá-los convosco, em cada verso que escrevo...
A todos os que me lêem e vão deixando as suas palavras de incentivo aqui,
A todos os que aqui vêm em segredo, sem se fazerem notar,
A todos os que estiveram presentes nos eventos de lançamento do meu livro
E a todos os que não puderam lá estar,
A todos os que participaram na realização desses mesmos eventos, oferecendo-lhes os seus dons... Ao Pedro Lopes, que foi sempre fantástico e incansável, à sua banda 575, à Ângela Cintra, cuja voz velada de fado me encheu de emoção, ao Miguel Amaral da guitarra portuguesa, ao André Teixeira da viola, à Olga que declamou com a sua voz doce alguns dos meus poemas...
Obrigada aos meus pais, por tudo.
Obrigada ao meu irmão lindo, por ter partilhado este livro comigo, por ter lido na perfeição um dos meus poemas, fazendo-me chorar, e por estar sempre ao meu lado (ou um bocadinho acima, que ele é alto :) hehehe)
Obrigada à Donagata, pelo carinho, pela amizade e dedicação, e por ter emprestado a sua incomparável voz aos meus poemas, dando-lhes vida.
Obrigada a todos os meus amigos, de todo o coração.
Um obrigada muito apertadinho e especial à Ana... ela sabe porquê :)
Um imenso obrigada ao Carlos Lopes e à edita-Me, por terem entrado no meu sonho para o tornarem real. Ao Carlos ainda, e em especial, por todo o empenho e dedicação na organização e realização dos eventos que foram um sucesso, por partilhar comigo as palavras mais sentidas, por lhes ter dado a sua voz e coração.

O meu livro está à venda na livraria Poetria, no Porto (em frente ao Teatro Carlos Alberto), no Clube Literário do Porto, e online, no site da minha editora, cujo link encontrarão sempre aqui ao lado.
E que as palavras e os sentimentos continuem a brotar-me dos dedos, para que eu possa partilhá-los convosco, em cada verso que escrevo...
Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
Mais um convite a todos...

Para aqueles que não puderam estar presentes no lançamento do meu livro de poemas, no passado Domingo, e para aqueles que estiveram mas querem ouvir mais palavras e assistir a um espectáculo diferente...
Teremos fado, poesia e sorrisos, muitos sorrisos para oferecer...
Lá vos espero, por entre as nuvens do meu céu.
Teremos fado, poesia e sorrisos, muitos sorrisos para oferecer...
Lá vos espero, por entre as nuvens do meu céu.
(Espaço Breyner85 . Rua do Breyner, nº85 . 4050 Porto)
Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Leva-me as palavras se quiseres.
São tuas, já não me pertencem.
Leva também os espaços em branco
que existem entre elas...
Só as tuas mãos os preenchem.
São tuas, já não me pertencem.
Leva também os espaços em branco
que existem entre elas...
Só as tuas mãos os preenchem.
Imagem retirada de olhares.aeiou.pt
Etiquetas: Escrito a 29 de Abril de 2009
Quinta-feira, 25 de Junho de 2009
Lançamento do livro "A minha nuvem"

À segunda é de vez.
Está bem, eu sei que costuma ser à terceira, mas como nunca gostei muito de regras, resolvi que seria à segunda :)
No próximo Domingo, dia 28 de Junho, às 17.00h, o Bela Cruz Porto será cenário de lançamento do meu livro de poemas "A minha nuvem", numa sessão com música ao vivo e o azul do mar como plano de fundo.
Conto com a Vossa presença...
Até lá, beijos a todos.
nuvem
Está bem, eu sei que costuma ser à terceira, mas como nunca gostei muito de regras, resolvi que seria à segunda :)
No próximo Domingo, dia 28 de Junho, às 17.00h, o Bela Cruz Porto será cenário de lançamento do meu livro de poemas "A minha nuvem", numa sessão com música ao vivo e o azul do mar como plano de fundo.
Conto com a Vossa presença...
Até lá, beijos a todos.
nuvem
Sexta-feira, 19 de Junho de 2009
Aviso Importante
Caros amigos,
Devido a um motivo de força maior, as instalações do Bela Cruz Porto não estarão disponíveis este fim de semana, sendo que o lançamento do meu livro foi adiado.
Durante a próxima semana darei notícias sobre nova data.
Lamento qualquer transtorno que este imprevisto vos possa causar.
Beijos a todos e obrigada pela compreensão,
Ruth
Devido a um motivo de força maior, as instalações do Bela Cruz Porto não estarão disponíveis este fim de semana, sendo que o lançamento do meu livro foi adiado.
Durante a próxima semana darei notícias sobre nova data.
Lamento qualquer transtorno que este imprevisto vos possa causar.
Beijos a todos e obrigada pela compreensão,
Ruth
Segunda-feira, 15 de Junho de 2009
Convite

"Mas o que quer dizer este poema? - perguntou-me alarmada a boa senhora.
E o que quer dizer uma nuvem? - respondi triunfante.
Uma nuvem - disse ela - umas vezes quer dizer chuva, outras vezes bom tempo..."
E o que quer dizer uma nuvem? - respondi triunfante.
Uma nuvem - disse ela - umas vezes quer dizer chuva, outras vezes bom tempo..."
Mário Quintana
Assim é a minha nuvem. Imprevisível nas suas formas, carregada de mil significados, pintada de um arco-íris de cores.
E assim é, também para mim, a poesia, essa é a sua magia...
Espero que possam partilhar comigo a realização de um bonito sonho, e estejam presentes no lançamento do meu Livro de Poemas "A Minha Nuvem".
Beijos a todos e encontramo-nos lá, onde as palavras têm asas...
Ruth Ministro
(nuvem)
Terça-feira, 9 de Junho de 2009
O desafio
"Brain, um dia desafio-te a escrever uma "fronha de almofada" das minhas, e eu prometo tentar escrever um "lençol" dos teus :) Beijinhos!"
Este foi o mote. O Brain levou a sério as minhas palavras e lembrou-se de me mandar uma imagem que já tinha servido de ilustração a um dos seus poemas, para que, sem ir ver o original, eu me inspirasse na "confecção" do dito "lençol" (denominação aplicada pelo Brain aos seus extensos poemas). Eu fiz o mesmo, e enviei uma imagem de um poema meu já publicado para que lhe servisse de inspiração a ele, na "confecção" da "fronha de almofada" (denominação dada por mim, por comparação e dentro do mesmo contexto semântico, aos meus próprios poemas).
O resultado está à vista. No meu blog e no dele.
Aqui está o poema que o Brain tão bem escreveu, baseado na imagem que eu escolhi...
Este foi o mote. O Brain levou a sério as minhas palavras e lembrou-se de me mandar uma imagem que já tinha servido de ilustração a um dos seus poemas, para que, sem ir ver o original, eu me inspirasse na "confecção" do dito "lençol" (denominação aplicada pelo Brain aos seus extensos poemas). Eu fiz o mesmo, e enviei uma imagem de um poema meu já publicado para que lhe servisse de inspiração a ele, na "confecção" da "fronha de almofada" (denominação dada por mim, por comparação e dentro do mesmo contexto semântico, aos meus próprios poemas).
O resultado está à vista. No meu blog e no dele.
Aqui está o poema que o Brain tão bem escreveu, baseado na imagem que eu escolhi...

Despi-me por dentro e pintei-me de branco para te receber.
Não queria que nenhuma sombra ofuscasse a plenitude da tua luz.
Recolhi-te em mim e com todo o cuidado coloquei-te a um (re)canto.
O meu melhor (re)canto. Com a minha melhor vista sobre mim.
No tempo, cresceste nas batidas até não mais ser possível comportar-te.
E foi quando me transbordaste dos poros em arrepios sucessivos de pele.
Hoje, mesmo quando não estás, as tuas batidas permanecem.
E tu já não és minha. És um (enorme) pedaço de mim!
O original, escrito por mim a 28 de Fevereiro de 2008...

Enquanto dormias
Ontem, enquanto dormias tranquilamente,
Entrei no teu peito e, com cuidado, roubei-te o coração...
Eu sei, deveria ter pedido para entrar.
Mas tive medo que recusasses...
E, afinal, tu também levaste o meu sem me avisar...
Quarta-feira, 3 de Junho de 2009
De mãos vazias

Ofereces-me cada silêncio,
como quem oferece uma prenda,
propositada,
escolhida e embrulhada
especialmente para mim...
E eu, desembrulho-os, assim,
um a um, calmamente,
da forma mais doce que sei,
sem rasgar o papel,
sem estragar os laços,
que guardo cuidadosamente,
como recordação
de tudo o que nunca me deste,
e de tudo o que, sem pedir nada, te dei.
como quem oferece uma prenda,
propositada,
escolhida e embrulhada
especialmente para mim...
E eu, desembrulho-os, assim,
um a um, calmamente,
da forma mais doce que sei,
sem rasgar o papel,
sem estragar os laços,
que guardo cuidadosamente,
como recordação
de tudo o que nunca me deste,
e de tudo o que, sem pedir nada, te dei.
Foto retirada de http://olhares.aeiou.pt
Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Respiro bem fundo o ar que me rodeia. O ar que tu também respiras. Respiro a tua voz. Respiro os teus cabelos. Respiro os teus olhos. Respiro os teus lábios. E cada instante que respiro é meu. Só meu. E lamento todos os instantes que não o são. Lamento todos os momentos em que a tua pele foi o ar de outra pessoa. Lamento todos os momentos em que respirei outro ar que não o teu. Outra voz. Outros cabelos. Outros olhos. Outros lábios. Tu dormes tranquilo. E eu, eu respiro o teu sono como se fossem flores.
Imagem: Gustav Klimt, "Sea Serpents IV" (detail)
Imagem: Gustav Klimt, "Sea Serpents IV" (detail)
Sexta-feira, 22 de Maio de 2009
Prato do dia

Aqui me tens
em
pe da ços
bem cortados.
Ao teu gosto,
ensanguentados.
Aqui me tens
em
carne viva.
Crua.
(Vazia)
Não há restos
mornos de ontem.
Hoje,
sirvo-me fria.
em
pe da ços
bem cortados.
Ao teu gosto,
ensanguentados.
Aqui me tens
em
carne viva.
Crua.
(Vazia)
Não há restos
mornos de ontem.
Hoje,
sirvo-me fria.
Imagem retirada de http://olhares.aeiou.pt
Etiquetas: Bom Apetite
Segunda-feira, 18 de Maio de 2009
Quinta-feira, 14 de Maio de 2009
Segunda-feira, 11 de Maio de 2009
Quarta-feira, 6 de Maio de 2009
Domingo, 3 de Maio de 2009
Há flores na madrugada
Há flores na madrugada.
Flores nuas de pétalas.
Flores sem perfume.
Flores que dormem para sempre,
enquanto eu estou acordada.
Há flores na madrugada.
Há flores. Não há mais nada.
Flores nuas de pétalas.
Flores sem perfume.
Flores que dormem para sempre,
enquanto eu estou acordada.
Há flores na madrugada.
Há flores. Não há mais nada.
Quinta-feira, 30 de Abril de 2009
Segunda-feira, 27 de Abril de 2009
Existe o silêncio perfeito e nele existes tu

Existe o silêncio perfeito e nele existes tu.
A tua pele contra a minha
e toda a música que a recordação
desse toque faz dentro de mim.
As tuas palavras soltas
nos meus cabelos, e os teus dedos
presos nos meus lábios,
e todas as notas que sussurras
nos meus olhos, que te beijam
por dentro de ti.
O bater do teu coração
no meu ouvido,
como o som de um poema
que me dedicas sem saberes, e que,
nesse silêncio perfeito, existe só para mim.
Imagem encontrada algures na net...
Quinta-feira, 23 de Abril de 2009
O teu nome

Quando a noite chega, traz com ela o teu nome. E os teus olhos são os seus, que me olham em silêncio, enquanto ao meu lado se deita. E é nos seus lábios que encontro o beijo que não me deste. E são as suas mãos que me acariciam o rosto com a leveza das tuas, que hoje não me tocaram. E é nos seus dedos que entrelaço os meus, como se nesse gesto te enlaçasse a mim para sempre. Como se esse laço não pudesse desfazer-se ao amanhecer, quando a noite partir e com ela levar o teu nome...
Imagem retirada de http://olhares.aeiou.pt





































