terça-feira, 14 de junho de 2011

Ilha

Por vezes o cansaço apodera-se dos dedos,
e as palavras adormecem para sonhar,
e os poemas acontecem, quais segredos,
num lugar que só eu sei encontrar.

E sou ilha, e sou terra, e sou mar,
sou tudo o que nunca pude ser,
tudo o que outrora terei sido,
espelho de um céu desconhecido
que os versos já não podem abarcar.

2 Comments:

Blogger Gisela Casimiro said...

gosto muito deste. nao podemos evitar ser ( poema ).

8/07/2011  
Blogger ruth ministro said...

Verdade. Está no sangue. Beijinhos

8/17/2011  

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