terça-feira, 25 de outubro de 2011

Andorinha

Rente ao tecido do céu,
quase a rasgar a última
réstia de esperança,
voa apenas uma andorinha,
uma frágil andorinha,
que deixei escapar
pela fresta do poema
por onde entra o vento.

3 Comments:

Blogger Maria said...

Pousaram duas andorinhas no meu quintal. Pensei que vinham fugidas à chuva. Afinal... vinham do norte...
(mas eram duas :) )

Beijinho.

10/25/2011  
Blogger OUTONO said...

..."pela fresta do poema"

Uma montanha de criatividade imagética soberba.

Perco-me sempre neste ler e, repito ...este apelo.

Beijos.

10/25/2011  
Blogger ruth ministro said...

Maria, andorinhas no quintal também dariam um bonito poema... :)Beijinhos


José Luís , mais uma vez, obrigada pela gentileza das suas palavras.

Beijos

10/26/2011  

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