sexta-feira, 18 de novembro de 2011

(...)

Um dia hei-de renascer flor,
e a minha vida
há-de ser tão frágil e breve como o amor.

Nunca mais as horas longas ao vento.
Nunca mais a dor do esquecimento.

6 Comments:

Blogger Maria said...

Talvez a flor em que renasces seja colhida por uma criança. Poderá a vida ser breve, mas a memória da flor há-de perdurar por muito tempo...

Beijo.

11/18/2011  
Blogger ruth ministro said...

:) Um "Principezinho"...

11/22/2011  
Anonymous Rui Matos said...

Não, não renascerás flor.
Serás pedra, preciosa.
Brilhante em luz, eterna.
E forte, que se impõe ao vento,
e te protege do esquecimento.
Nunca mais flor em dor.

11/24/2011  
Blogger ruth ministro said...

Que bonitas palavras, Rui... Obrigada... Beijinhos

11/24/2011  
Blogger Pétala said...

Nuvem querida, que bom estar aqui e falar contigo! Tenho estado ausente em palavras, mas não deixo de ler teus cada vez mais belos poemas! Continuo ansiando pelo dia em que teus livros serão lançados deste lado de cá do oceano. Até hoje, ainda quero o primeiro livro, e não consegui meios de fazê-lo atravessar o mar.

Neste poema, você está tão leve quanto Cecília Meireles, e a leveza é um dos seus toques marcantes.

Beijos e pétalas.

11/25/2011  
Blogger ruth ministro said...

Minha querida :) que bom ler as tuas palavras, sinal de que não te esqueceste do caminho até a esta pequena nuvem... Os livros são fáceis de adquirir, podem comprar-se online através do site da Edita-Me, deixo aqui o link directo:

http://www.edita-me.pt/advanced_search_result.php?keywords=ruth+ministro

Um grande beijo e obrigada :)

11/25/2011  

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