sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O amor ridiculamente moderno

Não consigo apagar-te da memória.
É impossível apagar-te da memória.
Como posso apagar-te da memória?

A verdade - a mais pura e ridícula verdade -
é que não sei sequer apagar-te da memória
do meu telefone, da caixa de mensagens,
do álbum de imagens, quanto mais de um
sítio sem teclas onde os dedos não chegam.

1 Comments:

Blogger Pétala said...

Ah, esse poema é absurdamente lindo! Pura música!

Beijos e pétalas.

11/25/2011  

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