terça-feira, 20 de dezembro de 2011

É Natal

É Natal.
Não há sinos a tocar,
nem crianças a cantar,
não há estrelas a brilhar,
mas mesmo assim é Natal.
No peito, os sonhos
desfazem-se como gelo
ao toque do sol da manhã.
A esperança parece vã.
Talvez depois, talvez amanhã,
penso, só porque é Natal.
Não há magia no ar,
nem corações a palpitar,
nem mãos para entrelaçar,
nem lábios para beijar,
há este poema triste,
que não te vou dar,
mas mesmo assim é Natal.

2 Comments:

Blogger lirirismo said...

Gostei muito dos seus textos! parabéns, to seguindo seu blog.

1/12/2012  
Blogger ruth ministro said...

Muito obrigada, e seja bem-vinda.

1/12/2012  

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