terça-feira, 12 de março de 2013

Milagre

Nada,
nem a beleza indescritível da
natureza,
se compara ao teu
rosto.

Comove-me o ténue esboço do
teu sorriso,
como um rio que nasce
em liberdade,
 um trilho de flores
sem nome,
um milagre onde corre
o vento.

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Há quase dois anos roubei-te um poema :)
http://orbiumcoelestium.blogspot.pt/search/label/Poesia

Voltei novamente para me inspirar nestes dias sombrios: já 'tou farto de chuva :)

/LB

4/09/2013  
Blogger ruth ministro said...

Roubos desses são sempre elogios que só posso agradecer.

Com chuva ou sem chuva, a poesia decora-nos sempre o céu.

4/09/2013  

Publicar um comentário

<< Home